Dextra Atende · Horizontal 16:9

Demonstração completa.

Vídeo horizontal 16:9 · duração 6:52 · legenda em português

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Transcrição

Toda empresa tem aquelas perguntas que chegam o dia inteiro.

O horário de domingo, o preço do bolo, se dá para encomendar para sábado.

Quem atende responde a mesma coisa, de novo e de novo,

enquanto o cliente que precisa de uma pessoa espera na fila.

E quando a resposta é automática, vem a dúvida:

o que esse assistente está dizendo em nome da sua empresa?

O Dextra Atende foi feito para essa rotina.

Um assistente responde o que a sua empresa aprovou, a sua equipe recebe o que precisa de gente,

e você decide até onde ele vai.

Tudo num console só:

a caixa de entrada, os chamados, a base de conhecimento e o assistente.

Começa pelo conhecimento.

Os documentos que a equipe já usa, a política de troca, o cardápio, a tabela,

viram a base que o assistente consulta antes de responder.

Você envia o arquivo, a tela diz quantos trechos saíram,

e antes de ligar ao assistente você testa a busca:

escreve a pergunta e vê o trecho exato que volta.

O canal é o WhatsApp da sua empresa, no mesmo número que os seus clientes já usam,

conectado pela API oficial do WhatsApp, com a Dextra, na implantação.

Nos grupos, a leitura é ligada sala a sala:

o assistente entende os assuntos do grupo e sugere respostas,

e falar dentro do grupo é um degrau à parte.

As respostas e os avisos de chamado que vão por e-mail saem pelo servidor da sua empresa,

com o remetente que o cliente reconhece e a aparência da sua marca:

banner, logotipo, cor e assinatura.

Antes de qualquer envio, a prévia mostra como a mensagem chega,

e um envio de teste prova que ela sai.

Quando a conversa precisa de uma pessoa, ela chega inteira à caixa de entrada:

o que o cliente disse, o que o assistente respondeu,

o motivo da transferência e quem é o cliente.

Áudio chega transcrito.

Alguém da equipe assume, para duas pessoas não responderem a mesma coisa, e responde dali,

no mesmo canal.

Ao encerrar, a equipe diz como terminou.

Quem organiza a operação vê o trabalho do time inteiro:

o que espera, o que já tem dono e o que o assistente ainda está atendendo sozinho.

O que terminou fica em Resolvidas, com o desfecho de cada conversa.

E cada pessoa marca a sua presença:

conversa nova só vai para quem está disponível.

O que não termina na conversa vira chamado, com protocolo,

dono e prazo em horas úteis do seu expediente.

A fila é ordenada pelo prazo:

o que vence primeiro vem primeiro.

Quando a resposta depende do cliente, o relógio para.

E os tipos de chamado dizem para onde cada caso vai,

com o texto que o assistente lê para classificar.

O prazo conta em horas úteis do seu expediente,

e os feriados que você cadastra não entram na conta.

Na mesma configuração você decide quem atende o que o assistente não resolve:

a equipe no console, ou o sistema de chamados que a sua empresa já usa.

O assistente é configurado por quem conhece o negócio.

Um texto diz como ele se comporta e o que nunca deve prometer.

Regras mudam o comportamento numa situação, por exemplo,

chamar uma pessoa quando o pedido é grande, e você testa a regra antes de salvar.

E ele só vai ao ar depois de um ensaio na própria tela.

Com ferramentas, o assistente consulta e registra nos seus sistemas, pela API deles:

o status de um pedido, o estoque, um horário na agenda.

Cada ferramenta tem os testes na tela,

e pode exigir a aprovação de uma pessoa antes de cada ação.

Servidores MCP trazem ferramentas prontas,

e a conta Google da empresa é autorizada só para o que você marcar,

como a Agenda e as Planilhas.

E nenhuma resposta é caixa-preta.

Em cada turno você vê o que o modelo leu, as regras que aplicou,

as ferramentas que chamou e quanto custou.

Quando uma resposta parecer estranha, é ali que você descobre por quê.

A autonomia é sua, e sobe em degraus.

Ele começa observando:

o cliente não recebe nada, e a equipe atende tudo.

Com evidência, passa a escrever para a equipe enviar.

E só responde sozinho no escopo que você liberar.

Cada degrau sobe com a aprovação dos dois lados, a sua empresa e a Dextra.

O pedido leva a evidência, as limitações e o que faz descer de volta,

e o modo só muda quando o outro lado aprova.

E a autorização acompanha a configuração.

Mudou o comportamento, as regras, a base ou uma ferramenta?

O Automático desce sozinho para o Assistido até ser revalidado,

porque a aprovação foi dada olhando para a configuração anterior.

Cada resposta enviada em nome da sua empresa deixa o seu turno.

Se algo der errado, voltar um degrau é imediato,

e o freio de emergência para o assistente ou a empresa inteira,

inclusive o que estava para sair.

Tudo fica na auditoria:

quem pediu, quem aprovou, quem freou, e quando.

A equipe entra com o papel certo, e cada um alcança o que precisa.

Os times recebem os chamados do seu assunto,

e o que chega sem destino entra em rodízio entre os times marcados.

Pedidos de dados pessoais são resolvidos pela própria tela,

com as contagens antes de agir e um link que vale quarenta e oito horas.

Para começar, uma trilha mostra o que falta para o primeiro atendimento,

e a Ajuda de cada tela diz o que fazer quando você travar num passo.

Um teto de gasto por mês avisa antes do limite.

Você começa com um assunto e um canal, e a autonomia cresce com o que a operação mostrar.

Dextra Atende.

Atendimento com IA que a sua equipe controla.

Veja funcionando na sua empresa.

Telas do console do Dextra Atende, com dados fictícios. Numa operação real, o assistente começa observando e ganha autonomia com a aprovação da sua empresa.

Atendimento com IA que a sua equipe controla.

Quinze minutos com alguém do time da Dextra, com o console de verdade e o seu caso na mesa.